ÀS SEXTAS-FEIRAS, PRESENÇA OBRIGATÓRIA! ;)
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Como é que conseguiste?
Conta certa lenda que estavam duas
crianças a fazer patinagem num lago gelado. Era uma tarde nublada e fria e as
crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo quebrou-se e uma delas
caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra criança, vendo o seu
amiguinho preso e a ficar congelado, tirou um dos patins e começou a golpear o
gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim parti-lo e libertar o
amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram
o que tinha acontecido, perguntaram ao menino:
— Como é que tu conseguiste fazer
isto? É impossível que tenhas conseguido partir o gelo, sendo tão pequenino e
com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava
pelo local, interveio:
— Eu sei como é que ele
conseguiu.
Todos, a uma só voz,
perguntaram:
— Pode dizer-nos
como?
— É simples — respondeu o velho. –
Não havia ninguém à sua volta, para lhe dizer que não seria
capaz...
A vida é como topografia
"A vida é como topografia, Hobbes. Há picos de felicidade e sucessos, pequenos campos de chata rotina e vales de frustrações e fracassos."
Calvin and Hobbes
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Correr o risco
Rir, é correr o risco de parecer tolo.
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor sentimentos é correr o risco de mostrar o seu verdadeiro eu.
Defender sonhos e ideais é correr o risco de perder pessoas.
Amar, é correr o risco de não ser correspondido.
Viver, é correr o risco de morrer.
Confiar, é correr o risco de se decepcionar.
Tentar, é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos porque o maior risco é não arriscar nada!
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor sentimentos é correr o risco de mostrar o seu verdadeiro eu.
Defender sonhos e ideais é correr o risco de perder pessoas.
Amar, é correr o risco de não ser correspondido.
Viver, é correr o risco de morrer.
Confiar, é correr o risco de se decepcionar.
Tentar, é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos porque o maior risco é não arriscar nada!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
O que destrói o ser humano?
Política sem príncipios,
prazer sem compromisso,
riqueza sem trabalho,
sabedoria sem carácter,
negócios sem moral,
ciência sem humanidade
e oração sem caridade.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A Pedra
O distraído tropeçou nela.
O violento projectou-a.
O empreendedor contruiu com ela.
O homem do campo cansado, usou-a como assento.
As crianças brincaram com ela.
Drummond poetizou-a.
David usou-a para matar Golias.
Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas.
Em todos os exemplos a diferença não estava na PEDRA mas sim no tipo de HOMEM.
Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.
O violento projectou-a.
O empreendedor contruiu com ela.
O homem do campo cansado, usou-a como assento.
As crianças brincaram com ela.
Drummond poetizou-a.
David usou-a para matar Golias.
Miguel Ângelo fez com ela as mais belas esculturas.
Em todos os exemplos a diferença não estava na PEDRA mas sim no tipo de HOMEM.
Não existe pedra no teu caminho que não possas usar para teu próprio benefício.
Cego em Paris
Em Paris, havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco que dizia:
“Por favor, ajude-me, sou cego”.
Um publicitário parou e viu poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou no cartaz, virou-o, pegou no giz, escreveu outro anúncio e foi embora. Mais tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego. Agora, o boné estava cheio de moedas. O cego reconheceu as pisadas e perguntou-lhe se havia sido ele quem reescreveu o seu cartaz, querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu:
- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio mas com outras palavras:
- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio mas com outras palavras:
“Hoje é Primavera em Paris e eu não posso vê- la”.
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