ÀS SEXTAS-FEIRAS, PRESENÇA OBRIGATÓRIA! ;)

sábado, 6 de abril de 2013

Frase da semana #60

"Quem não sabe o que busca, não identifica o que acha."
 
KANT

Mosquito


"Se pensas que és muito pequeno para fazer a diferença, tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."

terça-feira, 2 de abril de 2013

MEIAS

Meias verdades
Meias vontades
Meias saudades

Viver pela metade é ilusão
Tira as tuas meias
Põe o pé no chão

Augusto Barros
 
 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Frase da semana #59

 
“A melhor utilidade que pode se dar à vida é amar. A melhor expressão do amor é o tempo. O melhor momento para amar é agora.”
Rick Warren

terça-feira, 26 de março de 2013

Conselho do dia


ai ai...


e mais não digo...

(...) nunca deixa de nos impressionar.


Em San Donaci, Itália, Ciccio, um pastor alemão, cuja dona faleceu há dois meses, é protagonista de uma história de lealdade e amor. Maria Margherita Lochi, de 57 anos, tinha adotado Ciccio depois de este ser encontrado abandonado num terreno baldio. Maria ia todos os dias à missa ,na igreja local, com Ciccio.
Mesmo tendo estado na igreja no dia do funeral, o pastor alemão não consegue aceitar que a sua dona não vai voltar e continua a ir à missa todos os dias no mesmo horário, assim que ouve os sinos tocar. Ciccio senta-se ao lado do altar, em silêncio, na esperança de ver a dona chegar...

 
 
Todos, em San Donaci, ficaram tão impressionados com a fidelidade de Ciccio, que decidiram cuidar dele e adoptá-lo: “Este tipo de fidelidade faz doer o coração e nunca deixa de nos impressionar.”
 
 

segunda-feira, 25 de março de 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

Amor alentejano

Estavam o Ti Jaquim e a Ti Albertina na cama, numa noite de verão.
Diz ela:
- Ó Jaquim, ainda gostas de mim, homi?
- Atã nã houvera de gostari?
- Ê nã sê... Tu já nem me procuras...
- Ora porra, tu também nã t'escondes...!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O monge e o escorpião

Um monge e os seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião a ser arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e apanhou o bicho com a mão. Quando o trazia para fora, o escorpião picou-o e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, pegou num ramo de árvore, correu novamente pela margem, entrou no rio e salvou o escorpião.
O monge juntou-se aos discípulos na estrada. Eles tinham assistido à cena e receberam-no perplexos: "Mestre, deve estar doente! Porque é que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia a sua compaixão!" O monge ouviu tranquilamente e respondeu: "Ele agiu conforme a sua natureza, e eu de acordo com a minha."